Perguntas Frequentes


Quem é judeu de acordo com a lei judaica ortodoxa e pode provar ser sefaradi. Ou quem possui ao menos um avô judeu sefaradi.

Não. É necessário provar ser descendente de comunidades judaicas sefaraditas nas quais os judeus expulsos de Portugal e Espanha se misturaram.

Nas comunidades da Turquia, Grécia, Holanda, Bélgica, Iugoslávia, Gibraltar, Reino Unido, França, Itália, Croácia, países do Norte da África, Israel, Síria, Egito, Líbano e outras.

Não. Se não tiverem ao menos um avô sefaradi, não.

Mesmo que sejam casados com sefaradim, os ashkenazim não têm direito de participar deste processo. Neste caso, apenas o cônjuge sefaradi pode solicitar a nacionalidade. Mas isso pode facilitar a solicitação do cônjuge ashkenazi futuramente por outras alternativas.

Poder morar e trabalhar em qualquer um dos 28 países da União Europeia.

Não precisar de visto para viajar para os Estados Unidos, Canadá, Austrália, China, Japão e muitos outros que exigem um visto para brasileiros.

Vantagens bancárias, imobiliárias e comerciais.

Uma eventual opção segura para os filhos estudarem e/ou trabalharem.

Os governos da Espanha e Portugal afirmam desejar, de alguma forma, reparar algo do enorme equívoco que cometeram no passado. Há quem diga que existem também motivos econômicos envolvidos.

Não. Tanto um português quanto um espanhol pode viver e trabalhar em qualquer um dos 28 países da União Europeia, como Portugal, Espanha, Reino Unido, Itália, França, Béliga, Holanda ou Dinamarca.

Porque a lei espanhola oferece muitos obstáculos.

Segundo a lei espanhola, o candidato precisa passar em um teste de conhecimentos de espanhol. Também exige um teste de conhecimentos da cultura espanhola. Além disso, solicita que o candidato viaje até a Espanha para finalizar o processo. A lei portuguesa não demanda nenhum destes três requisitos.

Sim: advogados, serviços, documentação e legalizações.